| Contextualização teórica | Metodologia | Análise das Entrevistas |
Reflexões
Finais
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Reflexões finais (continuação) Embora eu não tenha listado, entre os meus objetivos de pesquisa, estimular a criação de sites por um número mais expressivo de professores, este é um desejo que perpassa cada uma das páginas desse relatório. Apesar das ferramentas de web design estarem cada vez mais parecidas com um simples editor de texto, infelizmente são inúmeras as pessoas que não se julgam capazes de aprender a lidar com o hipertexto, com a linguagem html e com a hospedagem de páginas. Numa reação bastante típica para uma geração que ainda não se acostumou ao rápido desenvolvimento da tecnologia, alegam falta de tempo, de talento, ou ainda de alguma coisa relevante para compartilhar através de um site. O que eu defendo não é uma maior quantidade de sites, mas sim de um maior número de sites de qualidade, que respeitem critérios básicos de organização, acessibilidade, usabilidade, originalidade, atualidade e, principalmente, relevância de conteúdo. Entretanto, Um aspecto importante explicitado ao longo do estudo é que os "professores pontocom" são especialistas em educação, e não em informática. Não pode se esperar deles, portanto - e nem eles devem esperar de si mesmos - o perfeito domínio das regras de ergonomia, layout, ou gerenciamento de cores. Mas pode se exigir que eles valorizem o espaço virtual, povoando-o com informações realmente relevantes e interessantes ao público a que se dirigem. Bons sites são sempre bem-vindos, especialmente na área de educação, pois ao complementar, questionar - e, no caso de professores de inglês, até substituir - o conhecimento possibilitado nas universidades, os sites docentes estão se tornando uma ferramenta cada vez mais valiosa na instrumentalização da formação continuada dos educadores. Talvez esse não seja um projeto profissional, ou mesmo de vida, adequado a todos os professores. Mas eu espero que a divulgação dos resultados dessa pesquisa represente um incentivo aos professores que desejam adentrar esse caminho alternativo de comunicação, de trocas, de aprendizagem e de crescimento no contexto de relações solidárias entre colegas. Espero ter deixado a porta aberta, também, para os pesquisadores que decidirem se aprofundar na questão dos sites docentes, infelizmente ainda pouco explorada. Ao estudá-los, divulgá-los, valorizá-los e entendê-los estaremos, quenm sabe, lançando uma luz sobre tesouros que possam estar escondidos entre as opções de crescimento, amadurecimento e de desenvolvimento profissional do professor. |
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