Introdução
Contextualização teórica
Metodologia Análise das Entrevistas
Reflexões Finais
Posfácio
Anexos
Home

2. CONTEXTUALIZAÇÃO TEÓRICA

2.1. A EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE TECNOLÓGICA - Aspectos principais

* Estamos vivenciando, ativa ou passivamente, um dos momentos histórico-culturais mais significativos desde a invenção da escrita e da imprensa. Castels (1999, p. 49) acredita que a história da vida é uma série de situações estáveis, pontuadas em intervalos raros por eventos importantes que ocorrem com grande rapidez e ajudam a estabelecer a próxima era estável. Estamos, portanto, vivendo um desses raros intervalos na história que se caracteriza pela transformação de nossa "cultura material" pelos mecanismos de um novo paradigma tecnológico que se organiza em torno da tecnologia da informação.

* O impacto dessas tecnologias no âmbito da educação foi devastador, uma vez que elas vieram a desalojar uma concepção de ensino baseada na transmissão de conhecimento daquele que o detinha (o professor) para um receptor passivo (o aluno).

* As tecnologias de informação e comunicação a serviço da educação enfrentam três entraves principais: 1) As pessoas que têm acesso a essas tecnologias constituem, ainda, uma privilegiada minoria da população mundial. 2) Em segundo lugar, não só os alunos, mas também os professores, precisam adquirir habilidades mínimas para que as supervias de informação possam ocupar o papel que lhes cabe no mundo da educação. Isso não é o que se observa, especialmente nas escolas públicas brasileiras; x 3) O universo interativo das redes produz não só uma superabundância de informação, mas também uma avalanche de lixo que nem todos os alunos - ou mesmo professores - são capazes de filtrar. Nenhum desses "senões" inviabiliza ou desqualifica, entretanto, as infopistas como recursos indissociáveis da educação do futuro.

* Não é mais uma questão de aprovar ou reprovar, aceitar ou rejeitar as inovações: esse é um caminho sem volta, pelo menos para aqueles que não querem ficar à margem do desenvolvimento. Não se pode admitir a indiferença em relação a esse novo cenário ou, ainda, a tecnofobia, fruto da dificuldade em aceitar o novo, o desafio e as novas relações com o saber. Afinal, "os professores são os principais responsáveis no momento de empreender, com êxito, qualquer inovação na educação." (CEBRIÁN,1999, p.121)

Abstract
Referências
Banca
Dedicatória
Agradecimentos
E-mail
Links
Leia esse texto na íntegra

Leia a continuação desse texto:

Cibercultura, sites docentes e novas formas de interação.