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Pra começar, prepare cartões com perguntas a serem respondidas pelas vítimas da brincadeira ou, melhor ainda, peça aos alunos
que preparem e escrevam em um pequeno pedaço de papel perguntas indiscretas que gostariam de ver os colegas respondendo.
Comece o jogo: em semi-círculo, os alunos vão, um de cada vez, dizer uma letra do alfabeto. O importante é que as letras não
podem ser ditas aleatoriamente, mas sim com o intuito de formar uma palavra. Ou seja: se alguém diz "B", o próximo da fila não
pode dizer "Z", a não ser que esteja pensando numa palavra que comece com "Bz", o que é bastante improvável em qualquer língua.
Se disser "L", a pessoa seguinte terá de pensar (rapidinho) numa palavra que comece com "Bl" e continuá-la: "B-L-I" É possível que
a palavra mude durante o percurso, ou seja, a segunda pessoa pensou em "blond" e a terceira em "blind". Vai ser sempre o
problema do aluno seguinte pensar numa forma de continuar a palavra com as latras que recebeu. Vai ter de responder a
pergunta quem:
1) Não conseguir continuar a palavra (desde que ela realmente exista);
2) Disser a última letra da palavra (não havendo possibilidade de prorrogação, como a adição de sufixo)
3) Adicionar uma letra que impossibilite a palavra de ser continuada.
Embora a censura esteja em desuso no Brasil, é sempre uma boa idéia dar uma "peneirada" nas perguntas que possam ser indiscretas demais, e ter algumas previamente preparadas para substituir as que foram descartadas.
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