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Por Glenda Demes da Cruz (glendademes@hotmail.com) Segundo o relato de um aluno de EFL, um excelente professor "gosta do que faz. Isso se nota logo no início. Consegue passar a matéria com simplicidade. Faz com que os alunos nem notem o tempo passar e ainda deixa um gostinho de quero mais no fim da aula." Quantas vezes em nossas vidas nos deparamos com elogios e críticas a respeito de nossas aulas? Muitas vezes colocamos a cabeça no travesseiro e nos vem aquela aula dos sonhos que conseguimos dar durante o dia; muitas vezes nos vem aquela aula que não saiu como queríamos ou prevíamos. Quando a primeira acontece, ansiamos em dar aulas ainda melhores. Já quando acontece a segunda, colocamos em questão toda a nossa habilidade, técnica e domínio de sala de aula. Não somos super heróis, nem tampouco temos poderes sobrenaturais. Gostaríamos de ser perfeitos em todos os momentos, mas o fato é que somos humanos. Buscar a excelência, a perfeição, é não somente esperado, mas necessário em tudo o que fazemos. Procuramos por fórmulas que nos tornem os melhores. Quantas e quantas vezes nos pegamos nos perguntando: como ser o melhor professor do mundo? Aquele que os alunos falam em alto e bom som que nunca tiveram um igual, que nunca nos irão esquecer, etc. A jornada é longa. Exige experiência, pesquisa, leitura. Devemos começar o quanto antes a caminhada rumo à excelência, à perfeição, que sabemos não ser possível, mas sabemos também que, quanto mais se busca, mais perto se chega dela. A SALA DE AULA Em seu livro intitulado Teaching Large Multilevel Classes (Ensinando Turmas Numerosas e de Níveis Múltiplos), Natalie Hess relata realidades diversas de turmas, onde o número e a cultura variam bastante. Relata também a sua experiência com salas de vinte alunos, consideradas numerosas para a sua realidade. Os alunos eram cuidadosamente colocados em diferentes níveis de proficiência, e ainda assim, professores reclamavam da grande diferença entre os alunos que podiam falar fluentemente, mas de forma inadequada, aqueles alunos que podiam ler e escrever com certa facilidade e aqueles que não conseguiam ser coerentes na fala. Como se pode ver, não somos os únicos a ter tais dificuldades em sala de aula. Os alunos diferem em aptidões, competência lingüística e até mesmo em atitude perante a aprendizagem de uma língua estrangeira. Ensiná-los não é tarefa fácil, mas certamente desafiadora. Preparar-se para entrar em sala exige a consciência do perfil traçado de cada grupo, suas expectativas, suas experiências com a língua em questão. É importante que haja uma interação geral, onde os alunos se conheçam, conheçam o professor e se coloquem numa atmosfera positiva e descontraída. Sabemos que há vários níveis de competência lingüística. Naturalmente, os alunos mais capazes rapidamente assumem o papel de assistentes, aqueles que pensam e falam mais rápido, julgando-se e sendo julgados pelos colegas como os que sabem mais. Desde cedo devemos estabelecer uma atmosfera de colaboração em sala, onde aquele aluno de raciocínio mais rápido e de maior aptidão ajude os demais. Colaboração funciona mais do que competição em sala de aula. Muito cuidado. Uma atmosfera competitiva só é saudável quando se tem espírito de colaboração. Os desafios são muitos. Domínio de sala de aula, por exemplo. Ter o controle pode vir a ser uma das tarefas mais árduas, mas ao alcance das mãos. Uma vez que entendemos o tipo de turma que temos, podemos traçar a atmosfera que desejamos. Chegar até aí requer alguns cuidados como ajudar o aluno a entender o que é esperado dele, organização e cumprimento dos deveres em sala. Estabelecer uma rotina e segui-la ajuda bastante no andamento e domínio de sala. Quando o aluno sabe exatamente como se portar e, principalmente, tem uma idéia de como o professor irá se portar diante de determinadas situações, automaticamente estabelece limites para ele próprio, respeitando as horas certas de tomar determinadas atitudes. Rotinas existem para facilitar e não para dificultar a aprendizagem, por isso devemos ter em mente que estabelecer uma rotina não significa viver ou morrer por ela. Podemos ser flexíveis, desde que façamos com que o aluno tenha a consciência de seus limites. Sabendo do perfil comportamental de cada aluno e através dele fazendo uma média por turma, a segurança que trará ao professor fará com que o aluno defina limites. Não precisamos ser rudes para ser firmes. A disciplina se aprende, se estabelece. Nem sempre precisamos bater de frente com o aluno. Podemos dizer um não, impor limites sem desgastes desnecessários. Cabe a cada um de nós, professores, adaptar as diversas possibilidades que nos são dadas. Segundo Natalie Hess (2001), há meios funcionais de lidar com problemas em sala de aula. Princípios e estratégias podem transformar a luta em desafio. Aqui vão os onze princípios citados por ela, acompanhados de um breve comentário sobre cada um deles. 1. Scarlett O'Hara A autora usa o título acima, fazendo uma alusão à Scarlett O'Hara, personagem do romance E o Vento Levou (Gone with the Wind). Quando as coisas não corriam bem, ela dizia: "Penso nisso amanhã". Essa filosofia ajuda bastante a lidarmos com frustrações que nos acompanham ao longo de nossa caminhada. Não importa o quão bons nos tornemos, o quão prazeroso possa ser o nosso trabalho, não há escapatória para o fato de que ele sempre nos apresentará desafios. Na realidade, a luta, em suas variadas formas, continua por toda a nossa carreira. Claro, todos nós desenvolvemos e aprendemos muitas coisas, mas o nosso trabalho é eternamente desafiador e isso é talvez um dos motivos pelos quais nós gostamos tanto do que fazemos. Se damos uma aula ruim - e isso acontece com todos nós - é bom lembrar que uma aula ruim é apenas uma aula ruim. Não devemos remoer isso. Devemos sim, diagnosticar o problema e trabalhar nele para que a aula seguinte seja excelente. 2. Variedade Variedade é importante em todas as áreas de ensino. Os alunos não conseguem concentrar-se numa atividade por mais do que uma limitada parcela de tempo. Se uma atividade demora muito, a mente começa a devanear, não importando o quão fascinante o tópico possa ser. Variedade é extremamente importante para provocar interesse nos alunos. Aqueles que não gostarem de uma fase da atividade ou tópico podem gostar da seguinte. Isso não significa que não possamos levar uma atividade com o mesmo tópico por uma hora ou mais, mas significa que devemos variar a maneira de aplicá-la. O princípio da variedade certamente nos ajudará a tornar alunos passivos em ativos e ajudará também a manter o controle de sala. 3. Ritmo Para estabelecer o ritmo correto em sala de aula devemos aplicar cada atividade em seu tempo e momento apropriados. Sem um ritmo preciso, podemos perder o controle e deixar nossos alunos entediados ou frustrados, podendo vir a apresentar problemas comportamentais e de dispersão, até mesmo os mais motivados. Cada grupo exige um ritmo diferente, portanto uma observação cuidadosa pode nos ajudar a encontrar o ritmo ideal para nossos alunos. Não podemos esquecer aqueles alunos que terminam a atividade mais cedo. Devemos ter sempre atividades extras em mãos, para que os alunos mais lentos possam ter mais tempo. 4. Interesse O interesse em sala de aula é particularmente importante, pois quando um grupo de alunos perde o interesse, poderá causar problemas como criar um ambiente de distração em sala, onde o foco deixaria de ser na lição para ser nele. Para despertar o interesse do aluno precisamos de atividades em forma de jogos, com objetivos claros e processos de motivação que levem o aluno a tarefas envolventes, onde haja reflexão e 'insight' no uso da língua em questão. 5. Colaboração Colaboração significa trabalho conjunto e cooperação. Através do aprendizado colaborativo, alunos participam mais, aprendem a ter senso de comprometimento, podem trocar idéias de significado, e se arriscam mais a falar, monitorando e avaliando a eles mesmos mais eficientemente. Atmosfera e eficiência melhoram, e a auto-estima dos alunos também. Aqui vão algumas estratégias para ajudar os alunos a colaborar: * Trabalhos em grupo onde os alunos completem a tarefa juntos. * Atividades em pares, onde os alunos compartilhem suas idéias ou avaliem um ao outro. * Revisões detalhadas, onde os alunos analisem e comentem sobre o trabalho escrito um do outro. * Escrita colaborativa, onde um grupo de alunos colabora para criar um texto. · Apresentações de cartazes em grupo, onde grupos de alunos apresentem cartazes demonstrando um tópico, uma questão ou um problema. * Diários ou cartas, 'e-mails' aos colegas de sala ou escola, onde os alunos possam se corresponder e trocar idéias usando a língua em questão. 6. Individualização Individualizar o trabalho do aluno nos ajuda a encontrar sua aptidão. A individualização dos trabalhos ajuda também a manter os alunos interessados, a fazê-los sentir-se desafiados. Os alunos, como todos nós, produzem infinitamente melhor quando trabalham em projetos de profundo interesse deles. É importante dar ao aluno a oportunidade de trabalhar em seu próprio ritmo, seu próprio estilo, e em tópicos de sua escolha. 7. Personalização Os alunos precisam sentir que são considerados como indivíduos e não somente como números numa lista. É de suma importância criar oportunidades onde os alunos possam partilhar opiniões, falar de planos para o futuro, explorar suas idéias em questões importantes, tomar partido em temas polêmicos e aplicar o seu conhecimento da língua em assuntos atuais. Quase todos os exercícios de leitura e fala podem ser adaptados para que se priorize a personalização. 8. Atividades de escolha e irrestritas Muitos exercícios fornecidos por livros textos pedem uma resposta específica, limitando o aluno a apenas uma resposta correta. Esses exercícios são considerados restritos. Irrestritos são os exercícios que trazem várias possibilidades de escolha de itens de linguagem apropriada e levam o exercício ao nível e competência do aluno. Alguns exemplos de exercícios irrestritos são: * Dar aos alunos começos de frases e pedir que eles as terminem de maneira apropriada. * Dar aos alunos perguntas e pedir que eles escolham algumas e as respondam. * Pedir aos alunos que escrevam suas próprias definições de palavras novas. 9. Estabelecer rotinas Numa sala onde diferentes personalidades interagem e há muito desgaste, professores e alunos precisam do conforto e estabilidade de uma rotina. Devemos usar a rotina como um guia, não como a única possibilidade. Se algo não funciona, é sempre possível reexaminar o procedimento e ajustá-lo, mudá-lo, ou simplesmente descartá-lo. Numa sala onde há uma atmosfera de confiança, os alunos gostam de ter um professor que experimenta novas idéias e que é capaz de descartar as idéias que não funcionam. 10. Aumentar o círculo Sempre nos preocupamos com o fato de que somente alguns alunos participam de nossas aulas. Simplesmente não sabemos quando aqueles alunos calados são participantes passivos ou alunos dispersos, que logo podem vir a desenvolver problemas comportamentais. Aumentar o círculo significa envolver o máximo de alunos possível em atividades e até mesmo durante os momentos em que as atenções devem estar voltadas para o professor. Aqui vão algumas maneiras de como aumentar o círculo em sala de aula: * Não devemos chamar o primeiro aluno que levantar a mão. Ao invés disso, devemos esperar até que muitos alunos as levantem. Enquanto os alunos levantam as mãos, encoraje-os a participar, dizendo: "eu vejo cinco voluntários. Não há mais alguém que queira participar? Muito bom, agora vejo seis. Estou esperando por mais voluntários..." * Quando um aluno está falando, temos a tendência de andar até ele. É melhor que fiquemos distantes, com isso permitindo que sua voz alcance mais alunos. * Devemos fazer a pergunta antes de chamar o aluno que a responderá, dando a ele uma pausa para pensar. Porque sabemos a resposta, não paramos para pensar que os alunos precisam de um tempinho. Silêncio em sala nos assusta, mas não há o que temer. * Não devemos obedecer a uma ordem previsível ao chamar os alunos, pois isso certamente cortará o envolvimento dos mesmos. * É bom que ouçamos os nossos alunos atentamente, e que os deixemos perguntar e discutir tópicos sugeridos por eles, mesmo que interrompa um pouco o nosso plano de aula. A pergunta pessoal de um aluno pode ser mais interessante para os demais do que o originalmente planejado. Devemos lembrar que estamos ali para ensinar a língua, não necessariamente para cobrir certo material. 11. Questionar o tipo de questionamento que usamos Durante partes da aula em que as atenções se voltam para nós, usamos, sem sombra de dúvidas, vários tipos de questionamento. É importante que façamos perguntas que levantem o interesse e criem o máximo de envolvimento por parte dos alunos. Aqui vão alguns tipos de pergunta que mantêm a sala atenta: * Perguntas começando com Por que. * Pedidos que comecem com: "Alguém poderia me explicar como..." * Perguntas que o professor não saiba a resposta, como regras de um esporte qualquer. * Perguntas iniciadas por alunos e levadas adiante para toda a sala pelo professor. Namcy Lake, em artigo publicado pela revista New Routes, em abril de 2002, The routes for Teacher development (Os caminhos para o desenvolvimento do professor) , cita a definição de ensinar dada por Woods (1996:120), que por sua vez cita Leinhardt and Greeno (1986:75): Uma complexa habilidade cognitiva que requer a construção de planos, o tomar de rápidas e precisas decisões. A tarefa de ensinar ocorre numa atmosfera relativamente hostil, de dinâmica estrutura. Objetivos, artifícios para solução de problemas não são definitivamente especificados, a atmosfera de tarefas muda de uma forma que nem sempre está ao controle das ações dos professores, e a informação aparece durante a performance que é necessária para a totalização da mesma. (2002:13) Conhecer o tipo de aprendiz se faz necessário para um melhor aprendizado. Como e quando aplicar as estratégias acima sugeridas variam de acordo com as necessidades de cada turma. Para que possamos conhecer o tipo de aprendiz que temos em sala, precisamos conhecer um pouco a respeito de 'como' os mesmos aprendem. APRENDIZAGEM Conhecer estratégias de aprendizagem, isto é, saber como as pessoas aprendem, é de suma importância para o professor porque através desse conhecimento ele será capaz de identificar melhor a(s) dificuldade(s) de um determinado aluno ou grupo de alunos e fornecer a ele(s) meios de resolver o problema. (Coscarelli, 1997). Características e estratégias de aprendizagem são particularidades de cada aluno e devem ser reconhecidas em sua totalidade pelo professor, para que a melhor forma de explanação de conteúdo seja explorada em sala de aula. Assim como nossos alunos diferem em comportamento e personalidade, as estratégias usadas para a aprendizagem são diferentes. Em seu artigo, Estratégias de Aprendizagem de Língua Estrangeira: uma breve introdução, Coscarelli cita Rubin (1975), que relata as características mais comuns do 'bom aprendiz' de língua estrangeira.
(Coscarelli:1997) É importante ressaltar que nem todos os bons aprendizes devem apresentar todas as características citadas acima. Alguns usarão uma das estratégias acima, outros mais de uma. Outros desenvolverão até mesmo as suas próprias. A lista acima nos serve de referência para analisarmos melhor os nossos alunos, e não como uma cartilha a ser seguida à risca. Devemos estar sensíveis às estratégias usadas por eles para podermos intervir da melhor maneira, facilitando o aprendizado. Ainda segundo Coscarelli, é de nossa responsabilidade fazer com que os alunos desenvolvam estratégias de aprendizagem mais efetivas, é nosso papel "ajudar o aluno a aprender como aprender". Algumas características do bom aprendiz de línguas foram citadas acima, nos ajudando a ter uma noção de como ajudar os alunos com dificuldades na aprendizagem. O citado autor traz também em seu artigo uma lista de estratégias de aprendizagem para facilitar a orientação dos alunos com dificuldades.
(Coscarelli:1997) Uma vez conhecendo as estratégias de aprendizagem e as características básicas, inerentes ao bom aprendiz de línguas, podemos traçar o perfil de nossos alunos para assim ajudar o aluno a vencer obstáculos quanto ao aprendizado de uma segunda língua. Depois de traçado o perfil de cada aluno, devemos colocá-lo no grupo e daí partir para a intervenção, ou seja, aplicar a melhor maneira de passar o conteúdo. Para isso, devemos também preparar o aluno para receber tal conteúdo, criando uma atmosfera positiva em sala de aula. UMA ATMOSFERA POSITIVA Como definir uma atmosfera positiva em sala de aula? Podemos partir do seguinte princípio: o que é bom para alguns, pode não ser para outros. Podemos também nos acomodar, dizendo a nós mesmos que não se pode agradar a gregos e troianos, preparando uma mesma aula para grupos diferentes, pois os alunos devem se adaptar à metodologia usada pelo professor e não o contrário. Será mesmo? Somente quem recebe o conteúdo passado pode dizer se aprendeu ou não, se a adaptação à metodologia foi completa, ou seja, os nossos alunos irão nos dizer como estão recebendo o que passamos. Devemos nos preocupar a cada aula preparada, em como o aluno receberá o que pretendemos passar. Por isso, quanto mais positiva a atmosfera em sala de aula, mais receptivo o aluno estará ao que almejamos passar. Aqui vão algumas dicas sugeridas por Brown, em seu livro intitulado Teaching by Principles (Ensinando por Princípios), de como estabelecer uma relação com confiança e respeito, e que leve os alunos a sentir-se capazes, competentes e criativos: * Mostrando interesse em cada aluno como pessoa, * Dando um 'feedback' a cada progresso individual, * Solicitando abertamente idéias e impressões dos alunos, * Validando e respeitando o que cada aluno pensa e diz, * Rindo com eles e não deles, * Trabalhando com eles como um time, não contra eles, e * Desenvolvendo um genuíno senso de prazer quando eles aprendem algo ou obtêm sucesso. (Brown, 1994) Para que haja um bom ambiente em sala, devemos atingir o equilíbrio entre elogios e críticas. O excesso de um ou de outro pode prejudicar o andamento da aula e o aprendizado dos alunos. O elogio em excesso pode fazer o aluno acreditar que já sabe e não precisa mais aprender, e a crítica em excesso pode fazer o aluno acreditar que nunca será capaz de aprender, por mais que tente. Devemos também ter o cuidado de não elogiar demais alguns, esquecendo de incentivar os demais. Uma palavra dita na hora certa pode despertar o aluno para algo que antes tinha pouca importância. CONCLUSÃO Ensinar é uma arte. Mais do que o dom de ensinar, carregamos conosco a avidez em preparar excelentes aulas, propiciando ao aluno a satisfação de aprender. Ansiamos em presentear o aluno com a auto estima necessária para desenvolver sua competência lingüística, para alcançar seus objetivos no aprendizado de uma segunda língua. O melhor professor do mundo existe e está dentro de nós mesmos. O que precisamos é colocar toda a nossa capacidade a serviço de nossos alunos, tornando nossas aulas cada vez melhores, tornando a sala de aula o melhor lugar para estar. Princípios e estratégias fazem parte da nossa busca à excelência, tornando-a cada vez mais próxima. A realidade ao alcance das mãos nos traz a segurança de que, por mais que sejamos humanos, sujeitos a falhas, podemos ter em nossos alunos sujeitos ativos, parte integrante na nossa caminhada. O sucesso depende não somente do que passamos aos nossos alunos, mas também de como o fazemos. Carregando conosco a vontade de fazer nossos alunos crescerem e a determinação de buscar meios para que isso aconteça faz de nós não apenas profissionais capazes, mas também, os melhores do mundo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BROWN, H.D. 1994. Teaching by Principles: An interactive Approach in Language Pedagogy. Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall. COSCARELLI, C.V. 1997. Estratégias de Aprendizagem de Língua Estrangeira: uma breve introdução . Educação e Tecnologia. Belo Horizonte: CEFET-MG LAKE, Nancy. 2002. The routes for teacher development. New Routes. São Paulo: Disal HESS, Natalie. 2001. Teaching Large Multilevel Classes. Cambridge: Cambridge University Press.
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